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O pacote de Tarifas de Trump e seus impactos

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 As recentes medidas tarifárias implementadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estão causando movimentações significativas nos mercados financeiros globais. A partir desta terça-feira, 4 de fevereiro, entram em vigor tarifas que afetam importações do México, Canadá e China, totalizando US$ 1,3 trilhão em produtos – mais de 40% de todas as importações norte-americanas. Essas ações resultaram em quedas expressivas nas bolsas asiáticas. O índice japonês Nikkei registrou queda de 2,66%, enquanto o Kospi da Coreia do Sul caiu 2,52%. Além disso, o dólar americano se fortaleceu em relação ao yuan chinês, ao peso mexicano e ao dólar canadense também. Os mercados europeus também foram impactados. O IBEX 35 da Espanha abriu com uma queda superior a 2%, retratando a preocupação dos investidores com o início de uma possível guerra comercial global. Empresas que estão muito expostas ao comércio internacional foram as mais afetadas, com maior destaque para o setor bancário e ind...

Taxa Selic, juros nos Estados Unidos e Resultados das Big Techs - Os principais destaques da Super Quarta

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 A Super Quarta (29/01) chegou ao fim apresentando números que já eram esperados pelo mercado e divulgação de resultados de Big Techs. Taxa de juros dos Estados Unidos Fonte: Bora Investir - B3 Nos Estados Unidos, o Fed manteve a taxa de juros entre 4,25% e 4,5% ao ano, como previmos mais cedo, seguindo o esperado pela grande maioria dos profissionais do mercado. Essa manutenção da taxa de juros norte-americana interrompe a sequência de cortes. As autoridades do Fed dizem acreditar que a inflação está caminhando rumo a meta de 2%, porém, eles preferem aguardar dados que confirmem essa expectativa. Outro forte motivo para o Fed manter a taxa inalterada é a expectativa do impacto das políticas adotadas pelo presidente Donald Trump, em especial, sobre medidas para deportar imigrantes sem documentos, congelar gastos federais e ampliar tarifas de importação sobre alguns parceiros comerciais importantes. E a Taxa Selic? Fonte: Banco Central do Brasil Aqui no Brasil, nada de manutenção, a...

Super Quarta - Quais as expcetativas?

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Super Quarta é um evento muito esperado pelo mercado financeiro, quando coincidem as reuniões do FOMC (EUA) e do COPOM (BR) para decidirem a taxa de juros de cada país. Nos Estados Unidos a expectativa é de manutenção na taxa de juros, que atualmente está na faixa de 4,25% a 4,5%. Já aqui no Brasil, onde a taxa SELIC está em 12,25%, o mercado espera o que foi previamente definido na última reunião do COPOM em 2024, uma alta de 1 p.p., elevando nossa taxa básica de juros para 13,25% ao ano. Existe uma dúvida sobre quantos aumentos serão necessários para ancorar a nossa expectativa e inflação e trazê-la de volta para a meta de 3% ou, ao menos, algo dentro do limite de 4,5%. Dessa forma, especialistas consultados pelo Banco Central para o Boletim Focus, indicam uma SELIC de 15% ao fim de 2025, 0.75 p.p. acima do que sinaliza o COPOM, porém, o mercado vai além em sua precificação, com projeções chegando a 15,75%, considerando um cenário mais "pessimista". Além disso, temos a expe...

Novidade na Tributação de Fundos Imobiliários (FIIs) e Fiagros

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 Novidade na Tributação de Fundos Imobiliários (FIIs) e Fiagros O mercado de Fundos Imobiliários e Fiagros terminou agitado na última semana com a notícia de que o artigo que isentava as duas categorias dos novos impostos centralizadores (CBS e IBS) foi vetado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A Reforma Tributária (PL 68/2024) que substitui diversos tributos por dois novos impostos: CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) foi sancionada e, inicialmente, previa-se a isenção desses impostos para FIIs e Fiagros, porém esse artigo foi vetado na última sexta-feira (17). Com isso, os fundos imobiliários e fiagros passarão a recolher os tributos sobre operações com bens imóveis (compra, venda e locação) a partir de 2026, em um processo gradual até 2033. Pontos importantes: Os rendimentos distribuídos aos investidores, conhecidos popularmente como dividendos, continuam isentos de IR. A tributação sobre locação terá um redutor de 70% na alíquo...